A luta contra o privilégio branco é um fundo de comércio para alguns (muitos já) por si só. Lutar contra o homem branco e a sua cultura permite, antes de mais, manter um ecossistema universitário. "A armada" de estudantes-investigadores em campos de militância largamente auto-referenciais e redundantes - estudos sobre negros, estudos sobre a branquitude, estudos sobre o género, sobre o movimento queer. LGBT, estudos sobre os trans - produz milhares de escritos sociológicos e medíocres que ninguém, ou pouca gente, lê (Guiscard, 2021, p. 127). Vivendo de financiamentos públicos, ainda por cima, serve de "verniz" académico às reivindicações políticas woke. Éric Fassin, sociólogo e jurista francês, ilustra na perfeição esta casta de intelectuais de extrema-esquerda estipendiados e pagos para "escarrar" nos brancos. Considera-se um americanista, não se sabendo muito bem o que isso significa, na sua mente doente e ressequida, nunca desenvolveu qualquer tese de ...
Conservador no melhor do que tem o tema, herdeiro de Loecke e admirador confesso de Burke. Anti-comunista e anti-socialista, acredito no porvir e na verdade do mundo, bem diversa do que oficialmente admitida.