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A estupidificação da sociedade portuguesa segundo António Carlos Cortez

António Carlos Cortez, professor de português e de literatura portuguesa, discorre no seu mais recente livro, "O Fim da Educação", sobre um certo interesse em estupidificar as pessoas. Nada de novo, isto de há muito que é sabido.



Tal intenção faz parte de um plano há muito delineado pelas pseudo-elites. Estupidificar o povinho para ele não pensar pela sua cabeça, para acreditar que tudo é teoria da conspiração, para acreditar nas inverdades políticas e sociais geradas pelo socialismo e comunismo militante, servido, para mais e para nossa desgraça, por um bando de comentadores a soldo da plutocracia internacional. 

É ver essa corja de bananas nas tvs, podcasts, jornais e outros meios a dedilharem as maiores fraudes sociológicas apoiadas em falsos dados e, mais grave ainda, com ares de grande cientificidade. Anda-se a gastar milhões do erário público para se produzirem teses completamente absurdas, que em nada correspondem à realidade dos factos. 

O idiotismo é rei e senhor. A mentira é norma. O facciosismo e o dilantismo anacrónico são a expressão máxima de uma gigantesca propaganda de ignorância pura, para servir agendas ideológicas.


É só ler aqui este pequeno trecho do livro para termos uma pequena noção, por muito pequena que seja, do que está a acontecer.


Para terminar, vou apenas salientar aqui esta frase, que é paradigmática: 

«Se as democracias estão hoje em processo acelerado de degradação, esta causa – a educação que formata e estupidifica – é, para mim, a causa essencial que explica o nosso actual estado».



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