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Mensagens

Ideologia de género e doidos a granel

 Afirmava Simone de Beauvoir: « Não se nasce mulher, torna-se mulher ». Não se compreende o significado de tal afirmação, se não se nasce mulher (ou homem) como é que se pode tornar mulher (ou homem)? Por passe de mágica? fica bem evidente a psicopatia e o desequilíbrio mental! A negação da realidade ( neo-gnosticismo ) com a consequente transposição de uma nova realidade, uma realidade alternativa; ser mulher ou homem é o que cada um entender e quiser. Esta arbitrariedade sobre o "género" é considerada uma nova opção sexual, sendo exclusivamente fundada pela sociedade. A questão sexual já não pertence ao foro da lei natural, para passar a pertencer a convencionalismos sociais ao gosto muito particular de cada um. Isto é o paroxismo da tolice e da insânia!! Marta Lara, outra doida furiosa e feminista argentina, fez a seguinte afirmação: « o movimento gay surge como uma instância libertadora - para as ideologias de género -, já que afirma com razão que a sociedade está errada ...

O mito igualitário

 Em todas as épocas, sociedades ou tempos, existem uma ou mais lendas fundacionais; um mito subjacente que reflecte o zeitgeist de cada tempo concreto. Todos os que vivem no Ocidente contemporâneo vivem encolhidos pelo mito da igualdade. As instituições políticas e sociais funcionam a partir da premissa (falsa) que todos os seres humanos são essencialmente iguais e que quaisquer desigualdades no mundo são, como tal, aberrantes, sendo imperioso desfazer as desigualdades nem que seja de forma coerciva. "A pior forma de desigualdade é tentar tornar iguais coisas desiguais". Já o dizia Aristóteles, mas passados mais de dois mil anos, são muitos ainda aqueles que insistem em não ver o erro! Contratações, despedimentos, admissões em Academias e até mesmo os padrões da linguagem estão sujeitos aos ditames loucos dos princípios igualitaristas. Endeusa-se os campeões da igualdade fazendo dos mesmos santos da racionalidade, ao mesmo tempo que se diaboliza os oponentes de tal doidice, c...

O socialismo como modelo de perversão mundial

  O socialismo como fraude ideológica, filosófica e social mais do que comprovada, continua ainda hoje, apesar de todos os estragos cometidos, a ter adeptos ferrenhos e a iludir povos, pessoas e nações. Talvez porque a mentira fácil, dócil e inocente faça parte dos seus pressupostos. Por outro lado, o socialismo dando-se ares de modernismo e de um certo inconformismo a todos os que não pensam, ou se desabituaram de pensar, continua a ser atractivo para uma sociedade que renega o seu passado, as suas tradições históricas e culturais, que vive uma espécie de "presentismo" onde o passado "nunca deveria ter acontecido" e o futuro perfeito moldado pela acção socialista "será uma inevitabilidade para benefício de toda a humanidade". Isto vem a propósito de um livro escrito por Edgar Morin e Stéphane Hussel em 2011, intitulado O Caminho da Esperança , onde os mesmos debitam as suas incoerências socialistas ao mais alto nível. Mas vejam...

A monstruosidade do marxismo

  Nos anos 60 do século XX, uma delegação sindical inglesa visitou os principais centros fabris da antiga URSS. Ficou a mesma profundamente impressionada com as más condições das fábricas soviéticas; deficiente ventilação, péssimas condições sanitárias, maquinaria sem as devidas protecções, mulheres a realizarem tarefas que em Inglaterra eram unicamente realizadas por homens, baixos salários, etc. Segundo os cálculos feitos por essa comissão sindical, um trabalhador russo casado e com 2 filhos, pagava o dobro dos impostos em relação a um operário inglês nas mesmas condições. Para comprar roupa, por exemplo, precisava do dobro ou até o triplo de horas de trabalho relativamente a Inglaterra.    O paraíso marxista, panorama fantástico ... mas transportando o cenário para a nossa actual época as condições miseráveis continuam...     Sustentava o marxismo que o governo do proletariado era uma inevitabilidade. Esqueceu-se, muito convenientemente,...

O fascismo e a sua falsa definição

 O que é o fascismo? Esta pergunta tão simples quanto enigmática está hoje muito em voga, considerando que a própria constituição, num dos seus primeiros artigos proíbe a existência de partidos fascistas, mas não esclarece o significado de fascismo, e hoje o termo serve de arma de arremesso político por parte de partidos, sobretudo, de extrema-esquerda. Um dos primeiros trabalhos sérios em Portugal sobre o fascismo foi dado à estampa pelo diplomata e advogado Valentim da Silva (25-03-1875/11-11-1947) que, pelos vistos, assistiu em pessoa ao aparecimento do movimento em Itália. É um trabalho sério, descomprometido, objectivo e bem documentado, sem julgamentos de valor e totalmente desapaixonado.  Descreve o ensaísta a situação política de Itália desde o princípio do século XX até às vésperas da 1ª Grande Guerra:                           «Num ambiente de artificioso parlamentarismo, sem correntes de definidos prin...

O apodrecimento do sistema

 Existe um mal-estar mais do que evidente na sociedade actual, embora de difícil definição, ele é implícito numa série de atitudes, formas de estar e de pensar a realidade. Reflexo, muito naturalmente, de tudo estar baseado num individualismo feroz, do «salve-se quem puder» e do utilitarismo no seu grau máximo. A expressão de cariz cristão: «um novo céu e uma nova terra» nunca teve tanto significado como hoje, e o seu real sentido está bem à vista.  Já não há sentido de comunidade, tudo e todos são alvos a abater, a ultrapassar, a suplantar, numa espécie de competição anárquica onde os valores não contam para nada. O sistema bem se encarrega de arranjar e produzir novas formas de alienação, seja pelo método do consumo desenfreado, seja pelo método da indústria do entretenimento, a forma perfeita (para o sistema) de fornecer emoções artificiais à humanidade robotizada nos seus objectivos e métodos. Temos aqui bem patente a descontinuidade entre a realidade efectiva e a realidad...

O novo bloco de Leste

 Na esteira da guerra Ucrânia/Rússia a emergência de um novo bloco oriental tornou-se numa preocupação comum a todos os observadores e analistas políticos. Este bloco já não está mais centrado em Moscovo mas em Pequim. Muitos países asiáticos, assim como africanos e da América do Sul e até mesmo dos Balcãs, são satélites da China comunista.   Essencialmente porque os mesmos são devedores do Eximbank e do Estado chinês, entidades totalmente controladas, convém sublinhar, do partido de Xi Jing Ping. Desde o início da guerra na Ucrânia que Riad e Abu Dhabi questionaram Washington sobre a real estratégia americana para esta questão. Parece que a UE não está a ter em conta esta situação e, como sempre tem sido norma, os líderes europeus não estão bem cientes do que poderá vir a suceder a curto/médio prazo. A desestabilização do Médio-Oriente vai continuar e este novo bloco oriental, a leste do canal de Suez, baseado em negócios de petróleo, certamente irá provocar dificuldades ao m...