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Mensagens

Plano Kalergi - de teoria da conspiração a facto indesmentível

 Vivemos numa era dita moderna que de modernismo apenas tem o nome. Para mais quando é cada vez mais visível que o modernismo em si, nada mais representa do que o desenrolar de uma trama que levará a humanidade ao abismo. É certo que existem teorias da conspiração, mas não é tudo teoria da conspiração! A notícia que podemos ler   aqui  é a prova definitiva, ou uma delas, de que algo não bate muito certo. Eu diria que não bate nada certo. É de facto escandaloso. A União Europeia é UMA PALHAÇADA DE MAU GOSTO, bem ao nível dos inqualificáveis que a desgovernam.  Pior, a União Europeia não apenas é desgovernada como está povoada de um bando de f***** da p*** que não foram eleitos por ninguém. Acham-se no direito de impor tolices e fazer dos europeus parvos e burros. A violação inédita e excepcionalmente grave que reclama a União Europeia, não se compara às dezenas e dezenas de violações e gravidades praticadas em pleno solo europeu contra os europeus.  Querer l...

Ainda há dúvidas?

 Intensificam-se por todo o lado os apelos ao fim da emigração descontrolada. Vejam o exemplo deste vídeo na ilha de Sylt no norte da Alemanha. Oiçam depois com atenção Scholz, o chanceler alemão, muito preocupado (coitadinho...!) Todo este processo teve origem há muito tempo atrás, mas um dos maiores propugnadores desta patranhice foi um tal de Obama (o filho da puta e falso americano) que, quando era presidente americano dava "sermões" sobre «as famílias terem menos filhos para proteger o clima». E a quem eram dirigidos esses sermôes? ou a que países e regiões do mundo se destinavam? Dica, não eram aos países com as mais elevadas taxas de fertilidade...   Ainda existem dúvidas nas cabecinhas ocas da esquerda e da extrema-esquerda saloia e bacoca que existe um deliberado plano de substituição demográfica? Esses parolos acaso ignoram o que se pretende? a criação de uma sociedade amorfa, sem interesses fortes, sem um sentimento de identidade nacional (por isso mesmo defendem o...

Memórias de Mathieu-Louis Molé sobre a Revolução Francesa (1789-1794) - II

 « A Revolução continuava na sua insanidade. Na noite de 30 de maio de 1793, Duval que salvara o meu pai dos massacres da Abadia de Paris, foi ter com os jacobinos para averiguar dos seus estados de espírito. Ao regressar informava-nos que a raiva dos demagogos estava virada para ele, o que nos devia preocupar enormemente, havendo a possibilidade de nessa mesma noite virem buscar o meu pai para o sacrifício final. Pouco após, os irmãos Richard, um capitão o outro sargento da Guarda Nacional, vieram aconselhar-nos a fugir, para a periferia de Paris. Seguimos o conselho e saímos todos pela calada da noite em direcção à aldeia de Colombes, onde a minha mãe tinha uma amiga fiel. (...) Esta fuga repentina marcou-me profundamente, havendo muito poucas épocas da minha vida que estivessem tão presentes no meu espírito. Os dias passaram, calmamente e tranquilos, mas tudo se alteraria a partir de outubro de 1793. Estava escrito nos anais da história que o solo da França seria regado com o sa...

Memórias de Mathieu-Louis Molé sobre a Revolução Francesa (1789-1794)

 « Ainda não vivi o suficiente para que as minhas memórias sejam lidas. Ainda só falei de mim. (...) Admito que para mim é uma verdadeira vingança - para desmascarar - através destas memórias tantas vítimas, ou tantos felizardos que o mundo - ou o azar - fez. (...) A minha família é suficientemente conhecida para que eu esteja dispensado dela falar. A reputação de justiça, de desinteresse do meu avô, dentro de um corpo de magistrados onde virtudes semelhantes eram tão comuns, será suficiente. Houveram muitas crianças que morreram muito novas, excepto uma rapariga, que mais tarde viria a ser a duquesa de Cossé, e o meu pai, cujo nascimento veio, como dizem as escrituras, «honrar a sua velhice». Rendíamos-lhe um culto muito dedicado e especial; morreu com 90 anos  em 1793, logo após dormir o sono dos justos, não tendo conhecido nem as doenças da alma nem as do corpo. Tinha sido apresentado a Luís XIV durante a infância. Ele lembrava-se, e retratava-o de modo absolutamente dedica...

O parimento da utopia

 O termo utopia origina-se, como é mais ou menos sabido, do romance de Thomas More aí pelos anos 1515. No seu entendimento (enviesado ou não, isso agora não interessa para aqui...) significaria «um bom lugar», mas também poderia significar «em parte alguma». More queria com a sua ideia de utopia estabelecer uma suposta comunidade ideal num local distante, isolado, e até mesmo inacessível à maioria das pessoas. Este romance influenciou gerações de pensadores, de filósofos e políticos, de tal modo que, em muitas culturas e ao longo de uma boa parte da história, a sociedade tem sido "massacrada" pela ideia (equivocada) de uma sociedade perfeita interpretada como uma recordação de um paraíso perdido. O anacronismo bem patente nesta interpretação é precisamente a inatingibilidade dos tempos passados, em vez de um vislumbre de um futuro possível e atingível. Não deixa de ser curioso o facto de Platão colocar a sua república ideal numa Idade do Ouro antes da história. Algo semelhant...

Igualdade e igualitarismo

 Relativamente ao meu post  anterior diga-se que evidentemente eu não me referia à igualdade perante a lei, ou a chamada igualdade natural , mas sim, à igualdade social de impossível existência. Não existe igualdade social, nunca existiu e nunca poderá existir numa sociedade dita saudável. A diferença e a variabilidade individual, isto é, a desigualdade, é evidente a partir do longo registo da experiência humana; daqui se segue o reconhecimento geral da natureza anti-humana  num mundo de uniformidade coerciva. Social e economicamente, esta variabilidade manifesta-se e é por demais patente na divisão universal do trabalho e na «Lei de Ferro da Oligarquia», a evidência e a naturalidade de que em qualquer organização ou actividade, alguns, os mais interessados, capazes, irão acabar como líderes, com a restante massa dos membros a preencher os restantes postos como seguidores e cumpridores de ordens. Isto é simplesmente aquilo que Jefferson apelidou de "aristocracia natural"...

Igualitarismos - as sucessivas revoltas contra o mundo ordenado

« Por mais de um século, tem-se associado geralmente à esquerda a Moralidade, a Justiça e o "idealismo"; a oposição conservadora da esquerda foi em grande parte confinada à inviabilidade dos seus ideais. Por exemplo, uma ideia comum é a de que o Socialismo é esplêndido "na teoria", mas que "não funciona" na vida prática. O que os conservadores não foram capazes de perceber foi que, se na verdade, a curto prazo, alguns ganhos podem ser conquistados ao apelar para a inviabilidade de abordagens radicais, ao entregarem a ética e o "ideal" à esquerda eles estariam condenados à derrota a longo prazo». In Igualitarismo - Revolta Contra a Natureza de Murray N. Rothbard, pp. 15 e seguintes. O que se pode deduzir aqui deste pequeno trecho é que efectivamente a esquerda [mundial] tomou conta dos destinos da ética e dos ideais como ferramentas maleáveis, que podem ser adaptadas e sofrer contínuas reestruturações até conseguirem o que pretendem. É isto mesmo ...